Back to facul
3 03 2008Ah, o verão. O calor dessa cidade, bafão extremo, etc etc etc.
Ano novo, novos objetivos, back to facul, etc etc etc.
Prometo pra mim que vou dar um jeito nesse blog. Ah, vou.
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Categorias : Eu
Ah, o verão. O calor dessa cidade, bafão extremo, etc etc etc.
Ano novo, novos objetivos, back to facul, etc etc etc.
Prometo pra mim que vou dar um jeito nesse blog. Ah, vou.

Como falei anteriormente, a CVRD mudou de nome e marca. Agora atende pelo nome “Vale”, conforme apresentado em um evento realizado no Forte de Copacabana, no Rio de Janeiro, ontem, dia 29. As cores da nova logo são verde e amarelo ouro, remetendo à s cores brasileiras e à s riquezas naturais. Como era de se esperar, o site também foi reformulado. (Depois faço uma análise mais aprofundada.)
A criação é da norte-americana Lippincott, em parceria com a brasileira Cauduro Martino. A agência Africa fica com a publicidade. A Vale informou que os investimentos na mudança da marca ficarão em US$ 50 milhões nos próximos quatro anos.
Apesar dos comentários “parece as cores do Banco Real” e que usar o V é barbada (ou não sair da zona de conforto), eu gostei. Principalmente porque é uma mudança significativa em uma empresa de renome mundial. Deixam para trás a impessoalidade e o nome grande para aproximarem mais do público.
A Vale precisa disso, principalmente porque começa agora um processo para mostrar que não agride o meio ambiente com o que faz. O jeito que ela está lidando com seu branding tem tudo a ver com isso.
Bom, continuo na correria. Abraços!

Chega o final do semestre e, com ele, as provas. Minha cabeça e minha impressora estão sofrendo. Fora que final de ano é época de movimento no trabalho.
Férias? Anyone?

Alguns casos que contam como empresas de diversos setores solucionaram problemas e criaram novas formas de trabalho. Clique aqui.

O Programa PÃlulas da Qualidade é uma parceria do Sebrae/RS com o Programa Gaúcho de Qualidade e Produtividade (PGQP). Lá você pode ver algumas animações que falam sobre o programa dos 5 S, planejamento estratégico e os 8 critérios da qualidade.

A primeira coisa a se reconhecer é que o sol é uma fonte de luz extremamente brilhante - muito mais do que a lua. A segunda coisa a se reconhecer é que os átomos de nitrogênio e oxigênio na atmosfera têm um efeito na luz do sol que passa por eles.
Existe um fenômeno fÃsico chamado Espalhamento Rayleigh, que causa um espalhamento na luz que passa por partÃculas que têm o diâmetro de um décimo do comprimento de onda (cor) da luz. A luz do sol é feita de várias cores diferentes de luz, mas por causa dos elementos na atmosfera a cor azul é espalhada muito mais eficientemente que as outras cores.
Então quando você olha para o céu num dia claro, você pode ver o sol como um disco brilhante. O tom azulado que você vê no reso são todos os átomos da atmosfera spalhando luz azul em sua direção. (Como as luzes vermelha, amarela, verde e outras não são espalhadas tão bem, você vê o céu azul.)
Essas e outras perguntas sobre cores em dois artigos muito interessantes (em inglês):
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Clique na figura para ampliar.
Fuçando nos meus bookmarks, encontrei o link para uma imagem que eu vi no Objetos de Desejo. É a redação de um tal de Tiago Carvalho da Silva Resende, que ninguém sabe de onde saiu. Assim como o pessoal de lá não sabe a fonte, eu também não sei.
Tá vendo quanta coisa um designer tem que fazer?

Navegando pelos blogs dos autores - clic, clic, clic, tem que me ver usando o controle remoto da net - descobri que existe mais um livro do estilo:
Em Terra de Cego quem tem um Olho é Rei:
Usando Teoria Econômica para Explicar Ditados Populares.
Encontrei o blog do idealizador do outro livro e do idealizador deste também. Valem visitas igualmente.
…mas Não Tinha Coragem de Perguntar ao Amigo Economista.

Confesso que não sei por quais andanças pela web - sou uma cliquemanÃaca - encontrei esse livro do nome gigantesco. De qualquer jeito, nele existem vários links para os blogs dos autores, alguns inclusive alunos da UFRGS. Gostei de ver como os autores ligam uma situação comum à teoria econômica, a la Freakonomics.
Como eu ainda tenho a matéria de microeconomia fresquinha na cabeça, consegui relacionar bastante do que foi falado. Sugiro a leitura!
PS: Esse tipo de coisa me deixa a cada dia mais interessada em economia.

Tempos atrás eu postei aqui que havia recebido uma mensagem da Claro com um serviço novo: o “Claro me liga”. Eu achei engraçado na hora, porque a situação é um tanto patética.
Esses dias eu tava lendo umas notÃcias e acabei encontrando uma - meio antiga já - que tem a ver com esse post:
“A Claro lançou neste mês um novo serviço: o trote. Basta mandar um torpedo para a operadora, ao custo de R$ 0,95, e informar o alvo. A vÃtima pode ser de telefone móvel ou fixo.
São 25 opções de trotes, cada uma com seu personagem. “Gringo, Gay, Surdo, Argentino, BÃblia e Mecânico” são alguns deles. As pilhérias são todas pré-gravadas. Abusa-se dos estereótipos.”
(NotÃcia completa aqui)
Agora eu entendi porque tanta gente andava atrás disso. Alguém me explica que foi a pessoa inteligente no marketing que pensou uma estupidez dessas? E mais ainda, quem aprovou?
E porque as pessoas acham que isso não deve ser pensado também? Aposto que um ou outro ali que falou que é um assunto “sem importância” iriam adorar receber um telefonema no meio de uma reunião ou algo parecido… tsc…