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Autoconhecimento e Efetividade

Há algum tempo venho procurando metodologias que me ajudem a maximizar os resultados que busco e, principalmente, otimizem meu tempo.

Um tempo atrás, em uma das minhas viagens exploratórias pela blogosfera, encontrei o Efetividade.net. Já havia lido alguma coisa sobre GTD, ou Getting Things Done, um método criado por David Allen para esse propósito. Esses dias, colocando a leitura do blog em dia, vi a promoção de aniversário do Efetividade.net. Já estava pensando em escrever sobre o tema por aqui, então a promoção tornou-se um bom incentivo.

Mesmo que eu não siga religiosamente o GTD, algumas dicas foram bastantes úteis e certamente já comecei a aplicá-las. No começo do ano passado, ao ver um vídeo com Peter Drucker na cadeira de Introdução às Ciências Administrativas, me deparei com algumas dicas que também foram importantes, pois tratam de autoconhecimento. De nada adianta tentar organizar sua vida sem conhecer como você funciona.

  1. Leitor ou ouvinte? Trabalhe isso.
    Você já pensou em como você presta mais atenção às coisas? Imagine-se em uma aula. Você consegue memorizar melhor ouvindo o professor ou anotando o que ele diz? Eu descobri que posso prestar atenção ao professor, mas, se não anotar palavras-chave ou pensamentos, na aula seguinte não lembrarei muito da matéria.
  2. Descubra seus pontos fortes e os explore.
    Sobre qual área você possui mais conhecimento? O que você pode acrescentar ao projeto/trabalho? Dedique-se a encontrar as suas características fortes e fracas, e descubra como explorar aquilo em que você é realmente bom.
  3. Determine prioridades.
    Uma técnica interessante de ser usada é a “Matriz do Tempo” (clique aqui para ver um exemplo). Acredito que urgência tem a ver com o tempo, e importância tem a ver com o objetivo. Depois de montar sua lista de coisas a fazer, tente encaixá-la nos quadrantes para conseguir enxergar as prioridades. Falarei mais sobre isso em outro post.
  4. Descubra o período que você trabalha melhor.
    É difícil poder escolher um período “batendo cartão”, mas é possível separar atividades para cada período específico. Não adianta tentar gastar seu tempo forçando-se para terminar alguma tarefa em um horário que você não “funciona” direito. Se você trabalha melhor pela manhã, coloque as atividades mais “pesadas” para a parte matutina, e etc.
  5. Comunicação é a chave.
    Ao descobrir e aplicar todos esses conceitos, divulgue-os. Não precisa ser em mídia de massa, mas tenha a certeza de que seus colegas sabem como você funciona e como você gosta de trabalhar. E vá além: pergunte como eles trabalham também.

Para atingir um objetivo, qualquer que seja ele, precisamos saber quais ferramentas temos à disposição. Você é sua maior ferramenta. Saber e entender como você funciona é o primeiro passo para utilizar qualquer metodologia e conquistar qualquer objetivo.

A Geração Conteúdo

Podem chamar de “web 2.0″, revolução, mudança. O negócio é que a forma de se comunicar mudou, dentro e fora da internet.

O Rafinha somos nozes nós.

Acessibilidade

Uma bandeira que é necessário levantar.

A Máquina Somos Nós

Vídeo foi feito pelo Lidec (Laboratório de Inclusão Digital e Educação Comunitária – http://www.lidec.futuro.usp.br) da Escola do Futuro da USP (http://www.futuro.usp.br) e produzido por Dani Matielo e Vivian Pereira, tradução do original feito por Michael Wesch. Original aqui.

“Vamos precisar repensar…
copyright
autoria
identidade
ética
estética
retórica
governança
privacidade
comércio
amor
família
nós mesmos.”

PS: Uma hora dessas pretendo falar sobre “Web 2.0″.  Não concordo com o nome, mas o tema é deveras interessante, e não fica restrito à web.

Custo de Oportunidade

EscolhasNo primeiro semestre da faculdade, na aula de Teoria Econômica, conheci um termo muito interessante, daqueles que você aprende e não esquece mais: Custo de Oportunidade.

Vários livros relacionam o Custo de Oportunidade como o custo de algo em termos de uma oportunidade renunciada. Ligado especialmente à Economia, significa que você contabiliza o valor de uma escolha dependendo daquilo que você deixou de escolher.

Um dos exemplos mais comuns relacionado às escolhas econômicas fala sobre uma cidade e um terreno público vazio. Essa cidade pode escolher construir um hospital nesse terreno, mas, ao fazer isso, estará renunciando à construção de um centro esportivo, de uma escola nova, etc. O custo de construir o hospital é o custo desse hospital mais o custo de se deixar de construir as outras coisas.

Mas não é só na economia que podemos usar essa teoria. A aplicação mais certeira dela, pra mim, se dá no social. Cada decisão que tomamos implica na renúncia de outra escolha. Não é assim com tudo na vida?

Pense no seguinte: um final de semana de sol no final do semestre da faculdade. É dezembro e seus amigos chamaram para a praia. Mas na segunda-feira você precisa entregar um trabalho que vai salvar sua nota em uma das cadeiras. O que você faz?

Se você escolheu uma das duas opções rápido e sem pensar duas vezes, então o seu custo de oportunidade para escolhê-la é baixo. Baixo porque renunciar à outra hipótese não foi difícil, uma tem muito mais importância para você que a outra.

No entanto, se as duas hipóteses são páreo duro, o custo de escolher uma delas é alto, pois renunciar à outra não foi tão fácil assim.

Sempre que me vejo diante de uma decisão, penso no Custo de Oportunidade. Afinal, é colocando as opções na balança que enxergo qual é a melhor escolher.


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  • 10 dias virada. cheeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeega de calor. yes bar. festa amanhã onde? 3 days ago
  • Passando da validade, como diz meu sócio/partner @jadsonoc. Parabéns pra moi e feliz natal pra vocês. 5 days ago
  • #MusicMonday Boemia... Aqui me tens de regresso... 1 week ago
  • ai jesus. melhor: hesus. 1 week ago
  • Conheci pessoas mto legais hj. Me diverti deveeeeeras. To me concentrando pra escrever. Ai jesus, amanhã tem mais. 1 week ago